domingo, 2 de agosto de 2015

FILOSOFIA, FILOSOFIA - verbete glossario etimologia



O que existe 'EX", ou seja, é  “in natura”,  está fora do homem ( não é fígado, baço, vísceras, cérebro...) e é (EX) ou pode ser (EX) captado pelos sentidos, que são sondas do mundo no olho, no nariz, no tato, no gosto de provar o lanche, o suco de uva, no ouvir o vento ulular (ô lálá!!! Ou  upa lálá!!!), quando sopra na força de uma tormenta a sua corneta.
Este ser “in natura”, “este é” na natureza é o “EX” que indica uma coisa ou um ser por fora, ou no mundo, no universo que são EXtensões ( extensão), estão estendidos, extensos, são  espaços e é espaço. Estão, que também é palavra para espaço ( vide estado como lugar de fato em “Estado de sítio”, que é bastante redundante no que coloca a locução para exprimir lugar, local sitiado, quando se refere a algo físico e, quando a referência é a algo intangível, como é o caso do Estado de Direito, a referência  é refletida em um estar ( estado) na forma de metáfora para lograr representar, pois não se pode presentar o que não é ser, mas sua representação intelectual, -  um estado imaginado,  localizado ( um “topos”) como algo ou lugar encontradiço no  interior da mente humana, como algo dado pela imaginação de um espaço implícito, que não é espaço nem geométrico, mas mera figura de pensamento ou de linguagem).
De mais a mais, há um EX que abandona o X na palavra  estender, mas não no vocábulo “extenso”, que continua dando mostra do bem de raiz que lhe carrega de terra, que a toma como palavra telúrica, cheia de terra até a boca ( de falar, a boca do ato ao boato). Em espaço, palavra inteira imersa na extensão ( extensão é espaço que escapa à tensão dos elétrons e prótons e do olhar para fora e dentro do contemplador que se compraz em contemplação) , no que está estendido em nós, enquanto corpos físicos; outrossim, na palavra espaço há a supressão do X, o que é uma incógnita, se não  fossem as regras da norma culta, que faz da íngua outro Direito, onde as leis são inventadas pelo homem, sempre em base 10 ou base de Deus, que não sei quem é ( quem é Deus, ou o que é Deus?). Aliás, espaço  são espaços, assim como ciência são ciências, estória, estórias,  história : histórias e Deus, deuses :não há nós, mas vós de nós ou voz de noz, no quebra-nozes , a ferramenta, não o Balé de Tchaikovsky).
Desta peroração, pode se depreender que o que existe está no espaço, fora e dentro do homem. Espaço invasivo e evasivo ou evadido para o cosmos,  do corpo para o cosmos, - sempre atrás da borboleta  amarela, alígero  anjo  que deslancha ancha, na sua “liberdade” de pairar no ar e não poder amar o mar, o lar, o bar, o barranco... -  a “Távola  Redonda”!!!
Pode, ainda, por extensão, concluir que o ser não existe, pois não está na fala, nem na escrita, como o diz o “TE”, que é uma palavra para deus , mas também e, principalmente, para espaço, local, lugar, estado ( deus em grego, por isso minúsculo, pois lá havia tantos!!! Que se o verbo permitisse a flexão de número: haviam. Proíbe? – Por probidade ou tirania dos donos em seus sonos?) e, também, para dar lugar a lugar, local , topônimo  como nos caos de  lesTE , oesTE, sudesTE, nordesTE, Teatro, Tese,  Terra, orienTE, ocidenTE, genTE...) e para Ti ( TI não é uma malformação, uma corruptela inercial do TE, soltado com voz mais frouxa ou adocicada, um acicate?). o que é o espaço e nele a coisa captada pela dupla sensação-afecção, que são complementares na formação do ser, que é o objeto dado pelo fenômeno aferido pela dicotomia sensação-afecção. O ser não existe, mas é construído, constituído,  intuído, pensado, pelo ser do homem , que é o pensamento. O pensamento, ser do homem, não existe senão dentro da mente humana, ou seja, não está no mundo, no universo, é um objeto fabricado e lançado pela mente humana, um bumerangue, uma artefato, que não se corporifica, não se materializa  no exterior do homem, senão como sinais ( signos) e signos e símbolos, os quais,em conjunto unitário ou disjunto, dão forma às línguas e às linguagens, que são seres que preenchem apenas o mundo abstrato, chegando ao concreto por suas afecções , quer dizer, pelas afecções do ser humano, pois são  impressos em e por  suas afecções mais amplas : os artefatos ( artefatos são, em sentido lato, afecções humanas, do homem).
O homem é um ser dual: uma parte nossa existe, está no universo corporificado; a outra parte inexiste, é puro ser, não está no cosmos, mas dentro de sua mente, que nada mais é ( essa mente!!! ) que um artefato humana abstrato formado de signos, símbolos, que dão nas línguas e linguagens, com as quais o ser interage com o universo material e  imaterial, se  se considerar as partículas subatômicas e outras coisas ou seres inatingíveis por nós no momento, pois estão , neste instante, ainda fora do alcance de nossa mente, ou seja, de nossas linguagens e idiomas ou obras de arte, artefatos, literatura mitológica...
O ser está para o nada, ou a par do nada,  como o nada para o ser e o zero para a matemática,  - que é ( a matemática!!! ( a par do zero!!!!)) um ser que sói ser muitos seres ; por isso, dizemos “matemáticas”, pois há numeras, até sem números, algarismos ou outra voz árabe a dizer o dito pelo matemático.
O ser está no "oi" da filosofia.Filosofia! Fia! : Ontologia...

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sábado, 1 de agosto de 2015

MITOLOGIA, MITOLOGIA - verbete glossario etimologia wik

A ciência é uma só : não existem ciências, mas a ciência, que possui o mesmo método, bem como todos os cacoetes de ciência. Sendo, pois, a ciência uma só e única, o que há em profusão  são os objetos que a ciência contempla.  Estes são inúmeros, quiçá  infindáveis.
Consoante os objetos,  a ciência é a vida em contemplação, no estudo, a palavra para dizer esta ciência : biologia,  que diz em grego do seu “logos”, vocábulo que se desdobra na derivação de “lógica” e outras  afins.
 A vida é objeto de estudo, não pela vida  mesma em um si fechado no anel platônico, mas verificada através de seus entes, num caso, quando tratada sobre a ótica fenomenológica ou do ser em sua aparição fenomênica, através dos sentidos;  quando o trato é  dado pela norma da ontologia,  sob seus princípios, o linguajar e abordagem muda e a ciência cede seu lugar à meditação filosófica , a qual chama a ontologia para dá uma abordagem do ser isento da fenomenologia, ou faz um epistemologia que analisa a interação da fenomenologia e ontologia, bem como a gnoseologia, o que acaba por chamar ao ato de pensar outro ator, ou atriz,  : a axiologia; tudo na  tentativa vã de esgotar estudo tão vasto e complexo, porquanto a vida não é somente uma, mas várias, há as biologias (zoologia, fitologia, “botânica”, ornitologia, entomologia...).
É um paradoxo  “para doudo”, mas a ciência da biologia, não obstante ser uma e uma, em seu ser e saber, é vária em sua abordagem e perspectivas, mesmo porque são vários os cientistas que se debruçam sobre a ciência e cada um, em sua individualidade, quando gênios, constitui uma nova biologia; daí as biologias de Darwin, Mendel,  Carolus Linnaeus  e todos os botânicos e zoólogos, etimólogos criadores.
A ciência é a mesma, uma, única, um ser vinculado ao saber e conhecer,  mas não o criador. Este faz sua biologia que contrapõe a dos demais, mormente os comuns, que são repetitivos, meros papagaios a grasnar nas cátedras na farsa de seus doutorados, que nada são senão títulos, tais quais os de conde, marquês...Ainda não saímos desse descalabro que leva a um atavismo corporativista!!! E não temos como sair num país aonde os estultos são reis, pois todas as rampas são feitas para eles subirem aos trancos e barrancos, com política, não da pólis, como bastão, bengala, apoio para o imbecil inepto para ler poesia e inválido para aprender filosofia(filosofia).
A ciência acaba se transmutando ou tendo esta aparência em função dos idiomas, que as transforma em parte, a história dos povos por onde vaga solitária, as religiões e a cultura destes mesmos povos onde assenta sua cátedra e seu pesquisadores e, além do mais, é mui dependente do intelecto humano e suas fragilidades, de ambos : do intelecto e da ciência, bem como do ser humano alienado em cientista, o que ninguém nunca é. Mesmo o ser humano individualista ao extremo, radical, traz várias facetas de ciência dentro de si e faz muitas ciências no rascunho de uma vida inteira sob a estrela d"Alva, que lava a alma.
As leis do mercado (leis da casa) , no caso da  economia(“eco” significa casa e “nomos” designa  lei,  no jogo etimológico, que se vira em economias, pelas inúmeras, conflitantes e chocantes leis “da casa”, que são objetos deste estudo. Esse fenômeno não ocorre somente com a geometria, como o queria bem Bachelard e outros “pequerruchos” do pensamento. Portanto, não há uma economia, mas economias sobrepostas ou sobrestadas, as quais, porém, não encontram suas letras, sua língua, sua linguagem, nem tampouco seus historiadores, economistas... ( Onde será que isso entra nos Teoremas da  incompletude de Gödel?...).
 Há dois tipos de ciência econômica, grosso modo, e “a priori”,  que se opõem por objetos : a ciência teórica e a  prática vulgar, que não se eleva numa evolução para a “práxis” do filósofo, nem ao rito magno da opera do poeta.  Aos magnatas dá-se  a economia com o motivo floral teórico; ao pobre a prática suja de remover a flora e ir ter com o carcereiros e outros verdugos “menos” mortais, ou simbólicos. Uma, a economia teórica, é uma mitologia, na qual pode-se se fazer e sonhar tudo, sem preocupação com despesas. A outra está sob os pés e concerne à realidade; seu fim é distribuir a escassez entre os pobres amontoados em classe ou casta. O nome brota do contexto, mas a inteligência que se designa é a mesma.
Uma das economias é aquela que os  economistas estudam e ensinam nas universidades : a economia de mercado ou economia política. Seu objeto : as leis do mercado. Divide-se em macro e microeconomia. Esta, também conhecida como economia clássica ou oficial, tem, como meta, para uma nação ou estado de direito,  a aferição do crescimento infindável do PIB, conquanto isso seja um contra-senso explícito. O economista elege algumas despesas como malditas e abençoa outras que considera normal ( e nem as vê, na verdade) para o aumento das vendas, serviços, etc. para eles não importa o custo , mas sim o aumento da demanda uma curva satisfatória com a oferta, maximizando o lucro e o aumento de produtos e valores absorvidos pelo público consumidor que, outrossim, deve desenvolver-se infinitamente.
Dentre as despesas queridas e jamais questionada, está a propaganda que, por sua parte, cria outra indústria e economia à parte - “marginal”- , que não entra na conta, conquanto todo o capital provenha da economia usual. Essa “economia da despesa” cria outra ( uma terceira) economia,  ou, antes, uma anti-economia, da qual nenhum economista dá trela, nem desconfia que existe como  “terra à vista!”, senhores corsos, que estão fora da prosa de um doidivanas tipo Lorde  Byron  economista, historiógrafo, cavador de  dos fundamentos lançados em “Principia Mathematica”.
Esta terceira economia intercalada, entre as duas iniciais, fica, quiçá, tão grande ou maior que a economia comezinha, mas está fora de foco. É um desvio na curva do mercado.
A segunda economia é aquela que tem o foco na despesa, ou seja, procura mitigar a despesa e, assim “economizando”, aumentar as margens de lucro e abaixar os preços dos produtos em oferta, maximizando  as vendas. Mas esta economia não é posta em prática, pois não se vê uma organização das metrópoles neste sentido. Seria por ela em prática a diminuição do trânsito com o trabalhador  morando   próximo ao local de trabalho, o aluno da escola, ou eliminar a escola, o supermercado estar próximo e, assim, diminuir ou tornar quase nula a necessidade de ongas viagens de trens, ônibus, carros, aviãos, helicópero, etc. Esta economia vive de discussão utópica, assim como a terceira vive de fato e não é discutida.Paradoxo?! - Sim, paradoxo(paradoxo).
a ciência tem muito da mitologia(mitologia), que a nutriu com sábios do porte de Hesíodo e Homero, dentre outros gregos ou não-gregos.
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sábado, 23 de maio de 2015

LITERTURA, LITERATURA - verbete gossario etimo

Periplaneta americana

A barata (“Periplaneta americana”)
Passa próxima ao meu pé
Numa rapidez estonteante
Que a deixa tonta.
Essa  cena presenciei
Em vários momentos vitais
Ou nos quais estavam vivos
E em seu ser
Eu e a barata em périplo pelo planeta terra.

Quando uma e  outra consciência,
A minha  consciência daquilo
Que julgo ser consciência,
Une-se e liga-se à minha autoconsciência
Ou consciência da consciência minha
E da consciência do outro,
No caso da barata,
Que é  uma consciência
Da qual não estou cônscio,
Mas apenas imaginando
Ao lançar a minha consciência
No espaço e tempo
Que cobre ou cobra a relação
À maneira da cobra,
Que cobre o fio de cobre da comunicação à bateria ou pilha,
Espaço e tempo enquadrados
No visual geométrico que meço.

Com a percepção da barata
Passando para o alerta,
Posso então ver  a barata
Em seu esplendor de vida e corrida...
Ou em sua miséria e infortúnio?
O mesmo se dá
Com o fato tímido
que  torna a barata
Cônscia de mim  no entrono,
Vez que ela se volta
E  se depara com a minha  presença vital
Em meio ao seu meio de caminho,
Quase um cantinho
Para cantor de ópera bufa.
(Ufa! Bufa, bufão!).

Nossa relação pós-percepção mútua,
Senão tripla (quadrúpede? , centopéia..., artrópode...)
Com o meio  ambiente circundante
Perfaz dois comportamentos díspares
Que disparam imediatamente,  irracionalmente...
No melhor estilo disparado por um homem
Com fobia do bicho em tela.

A barata que aferiu a presença de meu ser
em seu campo de percepção
Foge esbaforida;
Eu, vendo-a em  desabalada fuga
Persigo-a com o afã
Que caracteriza e comanda a paixão
Da presa, que tende a se desprender
E  do predador em persecução tenaz.
Esses   dois movimentos de ser
Disparados ( disparatados)  entre mim e a barata tonta,
Depois de ocorrida a corrida,
Em que um se socorre
E outro só corre,
Acaba ao cabo de minutos
Ou em outro tempo
Que se arraste feito minhoca
Pelo chão do baixo ventre livre ou preso
Ao som e sono  de algum  saxofone
Que sacha a noite.
Esta a relação simples e chã
Comigo e a barata ao rás do chão,
Uma mera  corrida de barata
Faz-me crer que algo na  natureza
Está acordada e cônscia :
Que há um “nous” “in natura”
E Deus olha por aquela fresta
E, quiçá, por este ângulo me meça
Levando-me em seno a Pitágoras
Que me dá uma forma na geometria,
A qual me lava com uma fórmula
Iluminando parte do meu ser
Que vagava pelo lado escuro da lua
Sem rua nem batente
aonde uma porta me espera
Ansiosa por  ser batida
Pelos nós dos meus dedos
Em nua noite de lua
Em luta contra o luto.

Na língua culta, que foi o latim,
A qual  comunga  com as línguas
Que das línguas romances  se originou,
A barata tem a denominação  científica
Na nomenclatura binominal
 “Periplaneta  America”,
“Blattella   germânica”...,
Dentre outras similares
Que se referem às terras
Sobre as quais sobrevivem
E exprime um pouco
O que esse inseto faz
Em seu périplo.
Já eu estou em nomenclatura tríplice
Que diz o que sou
E o que mais sou...ou seja,
Sou algo em menor quantidade,
Mas em boa porção,
E outra coisa máxime  em quantidade; a saber :
“Homo sapiens sapiens”...
“Ecce homo”?!...
Não sei, não somo,
Máxime no que tange a lira ao homem,
Que “homo” sou no “húmus” da terra,
Ta qual a garricha cantante
E a urutu silente
Atrás da noite emboscada
Com uma baita peçonha
A ser inoculada á vítima de sua fome,
Que a chama à caçada
Junto ao demônio negro
Que corre ao relento da madrugada
Tangenciada pelo rio do rocio
Que está no cio.
A barata não é uma obra Fe monta
Da literatura(literatura) védica
Embora borra esta nota
Os versos do Mahabharata;
Outrossim não é obra de entolomogia,
É mero jogo de “logos”:
Uma linguagem que pode se por
A dançar com algoritmos
E aritmética por ritmos.:
Outra métrica para Meca
A guiar a rota da poesia.

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quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

FILOSOFIA, FILOSOFIA! - verbete glossário etimologia

A  Bíblia não  tem fatos,  não apresenta fatos,  não descreve fatos,  senão travestidos de  personagens de histórias, que estouram o touro da visão do profeta Ezequiel  e estornam o tecido, que é a história mesclada com estórias, a consonar com a distinção definida  em vernáculo, que contempla os dois leques de opções para uma  narração : a ficção (estória) e a realidade ( história). Esse  centauro, que é a história-estória,  com seu dúplice “Nous”, as duas inteligências que tomam perfazem seu trajeto pela via do  ser aberto,  as quais estão em companhia de toda narração, seja ela denotativa ( sem a companhia do homem individual, o único existente) ou conotativa ( com a inteligência que se socorre do indivíduo).
A história é uma trama tecida com atos e fatos humanos, portanto a história padece de histologia,  ou seja,  é um estudo  de tecidos, não do corpo humano, como  aquele ramo da biologia ( a história no “logos” tratando, falando, escrevendo sobre a vida que traz uma trama diversa para a função de cada órgão ou víscera :  o parênquima que constitui cada tecido, que escreve sua história na histologia,  utilizando-se do alfabeto de geoglifos e petroglifos que descrevem e põe em fisiologia ( função) o corpo humano : um corpo de  sátiros,  faunos que vestem a natureza humana , vegetal e animal), esgalho que trata do corpo humano nos moldes anatômicos e fisiológicos. O lógico no “logos” logo, de uma vez, de chofre.
A história, esta histologia do “logos”, com corpo no “logos”, é a doutrina dos atos humanos individuais e coletivos, que se casam na intercessão dos  tecidos : é uma histologia das ações dos  seres  humanos individualmente e coletivamente, pois os atos individuais dos homens deságuam nos  atos e fatos coletivos,  porquanto na  história, a histologia se retorce de novo,  em novel agonia : agora em campo social, na sintaxe que toma corpo de soldados  em pelotão  e dão forma  à  história com “logos”: historiologia  e com “grafos” : historiografia, que tecem, de um indivíduo-aranha a outro indivíduo-aranha atos  que, consumados, são fatos  ou feitos heróicos, épicos,  cantados na voz dos clássicos poetas Homero e Hesíodo, que não são meros poetas, mas  sábios escritores, cientistas,  filólogos e filósofos primevos(?), que cindiram com suas espadas e penas,  fatos e atos, fato em atos,  fatiados, os quais dão em  histórias e coisas ao vento, - vento  com tosse ou torcicolo a tiracolo no colo do canguru, que se serve do vocábulo “marsupial” para dizer da bolsa que leva o filhote durante o estirar-se em longas distâncias em saltos com pernas  que parecem feitas “de molas”, nas indústrias de colchões e suspensão de veículos.
História, enquanto ciência autônoma, não posta fato, mas descreve-os em atos como personagens de lendas , oriundas da oralidade, que, posteriormente, distorce-se em  garranchos que se agarram em mitos ( escritos) para sobreviver sobre a terra maninha, às vezes pétrea, de lei ou por rei morto ou posto. Aliás, tudo o que é bibliográfico ( escrita é “bíblia”, embora o digam também do “livros” ou dos “pequenos livros”; tudo o que está escrito é história ( narrativa ou dissertação com presunção científica ou técnica) e estória( lenda, mito obra de ficção, novela),  ao menos nesta língua portuguesa ( com certeza!), em grego clássico , antes dos clássicos Platão e  Aristóteles e Plotino, Sêneca,  Epicuro,  o filósofo do jardim, dentre outros, mormente os pré-socráticos, cujos tecidos vem de sue pensamento, o qual, por fim, ou no fim nobilíssimo, leva o nome derradeiro de Aristóteles, não um nome de homem, mas de um tempo findo com a máxima glória por seus escritores, poetas, cientistas e por, fim, por seu último astro do pensamento, pelo coroamento da reflexão e da ciência e das artes com a obra magna da Hélade : a  filosofia , que emerge da mente do  filósofo nobre, aristocrático, que finaliza gloriosamente o pensamento de milênios : Aristóteles, que dá maioridade ao pensamento pela elaboração do pensamento filosófico, algo que diverge do pensamento de todas as culturas anteriores e posteriores..
A história é um fato à parte, único, quiçá, nas culturas e civilizações dadas em letras que contemplam o passado mental e social e individual pelo andar do idioma. A história, como qualquer ciência ( a química , para exemplo) não é um fato natural, real, mas um fato virtual, mental,  cultural, apartado do universo,  encontradiço  tão-somente  dentro do cérebro humano, posto (tese) como mente pelas palavras que a narram, descrevem e estudam, no ato contemplativo final. É o ato do homem transmutado em fato, ou nele concretizado, definido, fossilizado. Está fora do universo material, tangível. É ato e fato intangível, ato e fato do ser, cuja gênese está no esquema a seguir : Ato pré-fato; fato pré-ser -do- homem,  fato ser-do- homem-na-temporalidade e  fato pós-ser-do-homem, em pós as alvoradas., no deitar o sol no arrebol. Tudo isso exilado da realidade e do universo ou mundo natural, diverso da cultura dos deuses, mas que versa sobre a cultura dos vegetais.
Por certo que todos os homens apanham o ser, carregam-no  ao longo do caminho, mas nem todos desenvolvem esse ser em intelecto a ponto de criar atos que dão  em fatos, os quais são alienações de seus pensamentos. A maioria dos homens apenas repetem tais atos, que já estão  há anos, séculos ou milênios incrustados na história ou na arqueologia do corpo humano, que se lê e escreve em genética, seus  geoglifos  e carregam o tempo consigo como um anão incômodo e pesado, empecilho  ao voo das procelárias metafóricas.
O algoritmo é um fato que, após a operação do homem que o criou e lhe  assoprou nas narinas a dor da vida com alma ( vida móvel no concreto que entra pelo universo abstrato), move-se ( é alma) solitário no mundo, como qualquer protozoário, pois é, de fato, um protozoário-do-homem,  ou realizado pelo homem, um artefato  feito pelo homem,  que, não obstante,  tornou-se  independente do seu criador, o homem,  tendo seus próprios movimentos, tal qual o próprio homem, agindo muitas das vezes por si ou de encontro às regras,  da mesma maneira que  o homem livre e inteligente, que, em si e por si, de per si, já é uma raridade ( “Avis rara”) dentre a multidão de escravos obedientes por fora e por dentro de seu espírito pensante, que se rendeu às normas traçadas por outrem, quer seja esse “outro” ou outros a comunidade ou a divindade, ou o que seja.
O algoritmo é um fato totalmente emancipado do homem,  do seu criador, assim como o é o homem sábio o  gênio raro, ou seja, o homem criador ( gênio) e o glosador ( sábio), os quais se debruçam sobre o mundo real, não o dado, mas o construído segundo a inteligência que os criou ( o gênio) e o sábio que os põe sob a crítica epistemológica do filósofo, que versa sobre a obra do esteta e a obra do pensador, do filósofo, do sábio e do erudito, os quais são entes intelectuais diversos. O gênio e o sábio tratam da sabedoria enquanto o erudito sobrevive do conhecimento. O conhecimento, a ciência, a erudição são pertenças do  homem : do crítico erudito, do filólogo, do homem de ciência, do poeta erudito; já a sabedoria concerne à natureza, ao saber natural  das “divindades” humanizadas: os gênios e os sábios, que podem se exprimir como filósofos,  pensadores da ciência, críticos epistemológicos da arte, da metafísica e da física, poetas, artistas, etc.
O sábio  estuda o mundo natural, onde a sabedoria infinita é mestra. O gênio cria sobre esta natureza, pois contempla o real e não a realidade, que é o real dado, - dado dos sentidos e dado elos sentidos!;  já o erudito se embrenha na literatura ou nas literaturas de todo gênero, que cobre todas as artes e ciências,inclusive a filosofia;  seu universo é meramente cultural e não selvagem,  não-natural,  mas artificial, cultural,  em oposição ao universo enfrentado e vivido pelo sábio e pelo homem de engenho: o criador e o crítico da criação, o conhecedor profundo universo natural e do mundo do homem, o comentador , o crítico epistemológico, o filosófico que se inclina sobre a obra do gênio.
O algoritmo é obra da criação do gênio matemático, gênio da linguagem, mas obra da compreensão dada á compreensão, á inteligência, pelo sábio, que é a um tempo filósofo, homem teórico e esteta,  ao mesmo tempo  que erudito,  o que o faz apto a  bem  exprimir na língua da cultura o engenho do homem de gênio, que pode ser um poema ou um motor de explosão : motor Otto. E, outrossim,  pode apontar, na sua análise epistemológica, que envolve até contextos os mais variegados, os equívocos técnicos, mormente tecnológicos e lógicos, até, em alguns casos, ontológicos, que o inventor, o gênio cometeu por verter seu “mundo “ conotativo, subjetividade objetivada no objeto da criação. Na criação está o criador,
Mas também a visão de seu crítico a impregna indelevelmente e a corrige, dá-lhe ao reparo dos inventores  menores que se seguirão ao maior : o primeiro.
O sábio é o filósofo  erudito, homem versado na sabedoria natural e na erudição das línguas cultas, ou o poeta-filósofo, a um temo erudito e dotado de profunda sabedoria natural, mormente porque o poeta e o profeta vão mais longe e fundo neste saber.
O fato “in natura”, fato não dado, não dado aos sentidos, mas inato, antes do fenômeno que o leva aos  sentidos, dentro apenas na natureza em si ( “a coisa em si” de Kant, que em tudo arremeda  ao platônico), o qual  é transformado ou transportado para a palavra“realidade”, a qual se refere por afecção  dos sentidos à coisa (da “res” em latim), não apenas a representa, mas é a coisa dada; daí , aliás, é que provém  a palavra “realidade”, ou seja, a coisa dada, o real dado ( real + dade), somatório das locuções : real + dado, o qual funda o vocábulo para o encontro dos sentidos com a coisa dada aos sentidos em operação natural, que se manifesta no fenômeno, objeto da fenomenologia estudada  e fundada pelos escritos pensantes dos filósofos Hegel  e  Edmund Husserl ) .Filosofia, filosofia!
O fato “in natura” não é  o mesmo fato dado em fenômeno : é outro fato, outro objeto científico. Repetindo à exaustão: o fato em natureza , fato natural,  não é o mesmo fato quando captado pelos sentidos, porquanto este último é o fato fenomênico,  o fenômeno, algo dado pelo encontro do  real, com os sentidos, do real retirado ou percebido pela sensação, sensibilidade ; entrementes, no  paradoxo que não dista do conhecimento, senão pelo morto, é  o mesmo fato,  apenas destituído do sabor que lhe confere  os sentidos,  os quais  lhe emprestam  outro saber no desvio da curva cartesiana dançando  em parábola  gráfico fora.
 
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